1.05.2008
ALGUNS VIDEOS DO KE ERA O DESPORTO AUTOMOVEL + ESPERADO
Apoio do governo mauritano à segurança do rali despoletou tudo
Comunicado da Al-Qaeda referia-se à prova
“Cruzados, Apóstatas e Infiéis”! Bastou aos serviços secretos franceses lerem isto em mensagens que correm na Internet islamita, para perceberem que o assunto era bem mais grave que o que se pensava inicialmente. Esta é a expressão normalmente utilizada pelos grupos radicais quando faz ameaças ou reivindica atentados, pelo que a atenção que os SSF deram a este assunto cresceu muito a partir desse momento.
De acordo com uma fonte da diplomacia francesa citada pela “France Presse”, terá sido um comunicado divulgado pela Al-Qaeda Magrebe no passado dia 29 de Dezembro, que denunciava o apoio do Governo mauritano à organização do Rali Lisboa-Dakar, a origem do cancelamento da 30ª edição da prova, numa mensagem terá corrido em websites islamistas, e que se insurgia contra a colaboração do Governo mauritano, que se disponibilizou a ceder cerca de 2.000 elementos do seu exército para a segurança da caravana.
Assim que tiveram conhecimento da atitude do governo mauritano, o grupo que esta sedeado maioritariamente na Argélia terá alterado a estratégia, voltando claramente a sua atenção para o Lisboa-Dakar em geral e os cidadãos franceses em particular.
Para corroborar todos os detalhes desta situação, atente-se nas palavras de Etienne Lavigne, que referiu «razões de Estado que não posso explicar. O Governo francês invocou razões muito fortes e recomendou-nos que não partíssemos. A única coisa que posso comprovar é que é citada a prova no comunicado da Al-Qaeda do Magrebe que está na posse do governo francês.»
Comunicado da Al-Qaeda referia-se à prova
“Cruzados, Apóstatas e Infiéis”! Bastou aos serviços secretos franceses lerem isto em mensagens que correm na Internet islamita, para perceberem que o assunto era bem mais grave que o que se pensava inicialmente. Esta é a expressão normalmente utilizada pelos grupos radicais quando faz ameaças ou reivindica atentados, pelo que a atenção que os SSF deram a este assunto cresceu muito a partir desse momento.
De acordo com uma fonte da diplomacia francesa citada pela “France Presse”, terá sido um comunicado divulgado pela Al-Qaeda Magrebe no passado dia 29 de Dezembro, que denunciava o apoio do Governo mauritano à organização do Rali Lisboa-Dakar, a origem do cancelamento da 30ª edição da prova, numa mensagem terá corrido em websites islamistas, e que se insurgia contra a colaboração do Governo mauritano, que se disponibilizou a ceder cerca de 2.000 elementos do seu exército para a segurança da caravana.
Assim que tiveram conhecimento da atitude do governo mauritano, o grupo que esta sedeado maioritariamente na Argélia terá alterado a estratégia, voltando claramente a sua atenção para o Lisboa-Dakar em geral e os cidadãos franceses em particular.
Para corroborar todos os detalhes desta situação, atente-se nas palavras de Etienne Lavigne, que referiu «razões de Estado que não posso explicar. O Governo francês invocou razões muito fortes e recomendou-nos que não partíssemos. A única coisa que posso comprovar é que é citada a prova no comunicado da Al-Qaeda do Magrebe que está na posse do governo francês.»
O fim da prova, antes mesmo do seu início, merece mais do que lamentos ou graçolas de oportunidade. Mais do que os gigantescos prejuízos financeiros e dos incalculáveis prejuízos desportivos o cancelamento do Lisboa Dakar 2008 revela em todo o seu esplendor obscuro o mundo em que hoje vivemos. Mais do que tudo a decisão da organização é uma profunda derrota civilizacional para todos nós.Obviamente que é de uma enorme ingenuidade acreditar na “versão oficial” que diz ser a instabilidade na Mauritânia a causa da anulação da maratona africana. Em causa estava sim toda a segurança da caravana e seus espectadores. A ameaça é seria e grave. Desde logo em Lisboa; desde logo no local da partida da prova que (segundo sei) teve de ser em parte evacuado esta manhã.Ao mesmo tempo que o cancelamento da prova consubstancia uma derrota infame para o nosso iluminista e secular sistema de princípios e valores, constitui também uma das maiores vitorias para o lado negro da força político-social que ama o ódio e o terror. Repare-se que não chegou a haver um incidente sequer mas sim uma forte ameaça de. Nunca antes os inimigos da ocidentalidade tinham conseguido tanto com tão pouco.
CLASSIFICAÇÃO DO LISBOA-DAKAR 2008
1º-AL QUAEDA
2º-MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS FRANCÊS
3º-MAURITANIA
4º- ORGANIZAÇÕA DO LISBOA - DAKAR 2008
5º-PILOTOS E COMITIVAS
6º- O PUBLICO EM GERAL
Carlos Sousa: «Os pilotos não foram ouvidos pela organização»
As "equipas não foram ouvidas na tomada de decisão de anulação do rali Lisboa-Dacar", afirmou hoje à Agência Lusa o piloto português Carlos Sousa.
"Estamos desapontados e desiludidos com a anulação da prova", afirmou Carlos Sousa, acrescentando: "considero que não foram exploradas todas as alternativas para resolver a situação" por parte da organização.
Ainda de acordo com Carlos Sousa, os pilotos deviam ter sido ouvidos antes de a organização tomar a decisão de anular a prova.
O piloto português disse ainda que "a prova devia arrancar até Marrocos".
As "equipas não foram ouvidas na tomada de decisão de anulação do rali Lisboa-Dacar", afirmou hoje à Agência Lusa o piloto português Carlos Sousa.
"Estamos desapontados e desiludidos com a anulação da prova", afirmou Carlos Sousa, acrescentando: "considero que não foram exploradas todas as alternativas para resolver a situação" por parte da organização.
Ainda de acordo com Carlos Sousa, os pilotos deviam ter sido ouvidos antes de a organização tomar a decisão de anular a prova.
O piloto português disse ainda que "a prova devia arrancar até Marrocos".
Sainz diz que é "grave golpe para o desporto" e Despres que lhe "Cortaram as pernas"
O sonho que fica por realizar, os resultados que ficam por acontecer, o trabalho e o investimento que quase nada rendeu... Depois de tantas expectativas, tudo se desmoronou hoje, quando a organização do Lisboa-Dakar anunciou que pela primeira vez em 30 anos o Dakar não se iria realizar. A decisão apanhou todos de surpresa, que nunca esperariam que uma prova como o Dakar em que o risco está sempre presente e que em todos os anos se verificam mortes entre a caravana, resistisse a tudo, menos ao terrorismo. Talvez por isso, a maioria dos pilotos tenham tecido duras criticas à decisão.
Carlos Sainz: "É um grave golpe para o desporto"
Carlos Sainz, um dos favoritos à vitoria, mostrou-se muito «desiludido e triste» com a anulação da prova. "Que se anule uma prova como o Dakar por um motivo extra-desportivo é criar um grave precedente no desporto", afirmou o piloto da Volkswagen. Carlos Sainz disse ainda que ficou surpreendido com a decisão dos organizadores em anular a totalidade da prova, seguindo a recomendação do Governo Francês para não atravessarem a Mauritânia, devido aos conflitos terroristas que se vivem no País, cenário de oito das quinze etapas. "Pensei que fossemos até Marrocos e que seriam anuladas as etapas na Mauritânia, sendo criado depois uma etapa alternativa em Marrocos, já que é um pais mais seguro. Se decidiram cancelar toda a prova, lá terão as suas razões", disse o piloto Madrileno.
Marc Coma: "Os meus melhores anos estão a passar"
Vencedor na categoria de motos em 2006, Marc Coma, ficou «decepcionado» com a anulação da edição deste ano e que apesar de pessoalmente sentir que os seus melhores anos estão a passar, lamentava ainda mais por Africa e por todos os que trabalharam na preparação do rali. "Pessoalmente, a carreira desportiva é curta. O ano passado perdi o Dakar e este ano não o posso sequer correr. Os meus melhores anos estão a passar. Felizmente já venci esta prova por uma vez", disse o piloto que no ano passado teve de abandonar a duas etapas do fim, quando liderava a classificação. "Não se trata apenas de uma corrida, é muito mais. É o trabalho de muitos meses", comentou o piloto, preocupado com as consequências que a anulação da prova terá para na Mauritânia.
Despres: "Cortaram-me as duas pernas"
O Francês, Cyril Despres, vencedor na edição passada, na categoria de motos, mostrou-se também ele decepcionado, sentindo que lhe tinham «cortado as duas pernas». "Não se pode fazer um Dakar sem que se goste de Africa. Penso na minha equipa e também em toda a gente que quer a corrida, em quem esteve tanto tempo a preparar a corrida com que tanto sonhavam e quando cai uma notícia assim é muito duro". Apesar da tristeza, Despres, confia na decisão dos organizadores: "A organização tomou uma decisão que respeito muito, porque eles montam a corrida e nos apenas participamos no jogo¿, afirmou o motard Francês.
Elisabete Jacinto: «Antigamente os pilotos sobreviviam e hoje em dia não sobrevivem?»
Também Elisabete Jacinto se mostrou critica com a decisão, lançando uma questão que nos faz pensar: «Antigamente os pilotos sobreviviam e hoje em dia não sobrevivem?». A piloto Portuguesa considerou que a decisão de anular o Lisboa-Dacar 2008 é "estranha" e pode comprometer o futuro da prova.
Elisabete considera que "parece estranho. Eu não tenho informações suficientes para dizer seja o que for. Sei que até agora a organização disse sempre que tinha garantido a segurança e que trabalhou junto do governo da Mauritânia para garantir a segurança de toda a comitiva. Agora é estranho que, à última da hora, mesmo na véspera da partida, se venha a tomar uma decisão destas", lamentou, procurando "acreditar que houve razões válidas para a organização tomar esta opção", apesar de sublinhar que não tem as informações todas para saber se a decisão foi a acertada. Leia mais das declarações de Elisabete Jacinto nos artigos relacionados.
O sonho que fica por realizar, os resultados que ficam por acontecer, o trabalho e o investimento que quase nada rendeu... Depois de tantas expectativas, tudo se desmoronou hoje, quando a organização do Lisboa-Dakar anunciou que pela primeira vez em 30 anos o Dakar não se iria realizar. A decisão apanhou todos de surpresa, que nunca esperariam que uma prova como o Dakar em que o risco está sempre presente e que em todos os anos se verificam mortes entre a caravana, resistisse a tudo, menos ao terrorismo. Talvez por isso, a maioria dos pilotos tenham tecido duras criticas à decisão.
Carlos Sainz: "É um grave golpe para o desporto"
Carlos Sainz, um dos favoritos à vitoria, mostrou-se muito «desiludido e triste» com a anulação da prova. "Que se anule uma prova como o Dakar por um motivo extra-desportivo é criar um grave precedente no desporto", afirmou o piloto da Volkswagen. Carlos Sainz disse ainda que ficou surpreendido com a decisão dos organizadores em anular a totalidade da prova, seguindo a recomendação do Governo Francês para não atravessarem a Mauritânia, devido aos conflitos terroristas que se vivem no País, cenário de oito das quinze etapas. "Pensei que fossemos até Marrocos e que seriam anuladas as etapas na Mauritânia, sendo criado depois uma etapa alternativa em Marrocos, já que é um pais mais seguro. Se decidiram cancelar toda a prova, lá terão as suas razões", disse o piloto Madrileno.
Marc Coma: "Os meus melhores anos estão a passar"
Vencedor na categoria de motos em 2006, Marc Coma, ficou «decepcionado» com a anulação da edição deste ano e que apesar de pessoalmente sentir que os seus melhores anos estão a passar, lamentava ainda mais por Africa e por todos os que trabalharam na preparação do rali. "Pessoalmente, a carreira desportiva é curta. O ano passado perdi o Dakar e este ano não o posso sequer correr. Os meus melhores anos estão a passar. Felizmente já venci esta prova por uma vez", disse o piloto que no ano passado teve de abandonar a duas etapas do fim, quando liderava a classificação. "Não se trata apenas de uma corrida, é muito mais. É o trabalho de muitos meses", comentou o piloto, preocupado com as consequências que a anulação da prova terá para na Mauritânia.
Despres: "Cortaram-me as duas pernas"
O Francês, Cyril Despres, vencedor na edição passada, na categoria de motos, mostrou-se também ele decepcionado, sentindo que lhe tinham «cortado as duas pernas». "Não se pode fazer um Dakar sem que se goste de Africa. Penso na minha equipa e também em toda a gente que quer a corrida, em quem esteve tanto tempo a preparar a corrida com que tanto sonhavam e quando cai uma notícia assim é muito duro". Apesar da tristeza, Despres, confia na decisão dos organizadores: "A organização tomou uma decisão que respeito muito, porque eles montam a corrida e nos apenas participamos no jogo¿, afirmou o motard Francês.
Elisabete Jacinto: «Antigamente os pilotos sobreviviam e hoje em dia não sobrevivem?»
Também Elisabete Jacinto se mostrou critica com a decisão, lançando uma questão que nos faz pensar: «Antigamente os pilotos sobreviviam e hoje em dia não sobrevivem?». A piloto Portuguesa considerou que a decisão de anular o Lisboa-Dacar 2008 é "estranha" e pode comprometer o futuro da prova.
Elisabete considera que "parece estranho. Eu não tenho informações suficientes para dizer seja o que for. Sei que até agora a organização disse sempre que tinha garantido a segurança e que trabalhou junto do governo da Mauritânia para garantir a segurança de toda a comitiva. Agora é estranho que, à última da hora, mesmo na véspera da partida, se venha a tomar uma decisão destas", lamentou, procurando "acreditar que houve razões válidas para a organização tomar esta opção", apesar de sublinhar que não tem as informações todas para saber se a decisão foi a acertada. Leia mais das declarações de Elisabete Jacinto nos artigos relacionados.
Organização explica decisão para a anulação do Dakar
A ASO, empresa organizadora do Lisboa-Dakar, emitiu esta sexta-feira um comunicado onde explica a decisão de cancelar a prova deste ano.
No comunicado pode ler-se que a anulação foi motivada pelas preocupações de segurança na Mauritânia, referindo mesmo em «ameaças directas lançadas contra a prova por movimentos terroristas». O comunicado refere ainda a «imensa frustração» que esta decisão causa e «condena a ameaça terrorista», enquanto que deixa para o próximo ano a intenção de promover «uma nova aventura».
Leia de seguida o comunicado da organização a propósito da anulação da prova:
"Após inúmeros contactos com o governo francês - em particular o Ministério dos Negócios Estrangeiros - e tendo em conta as suas fortes recomendações, os organizadores do Dakar tomaram a decisão de anular a edição 2008 da prova, que deveria decorrer entre 5 e 20 do corrente mês, ligando Lisboa à capital do Senegal.
Tendo em conta as actuais situações de tensão politica, a nível internacional, o assassinato de quatro turistas franceses, no passado dia 24 de Dezembro, atribuído a um ramo do Al-Qaida, no Magreb islâmico, e acima de tudo as ameaças, directas, lançadas contra a prova, por movimentos terroristas, a A.S.O. não pode tomar outra decisão que não seja a anulação da prova.
A primeira responsabilidade da A.S.O. é a de garantir a segurança de todos: populações dos países atravessados, concorrentes amadores e profissionais, sejam eles franceses ou estrangeiros, elementos da assistência técnica, jornalistas, patrocinadores e colaboradores do rali. A A.S.O. reafirma que as questões de segurança não estão, não estiveram, nem nunca estarão em causa no rali Dakar.
A A.S.O. condena a ameaça terrorista que anula um ano de trabalho, de inscrições e de paixão para todos os participantes e diferentes actores do maior rali-raid do mundo. Consciente da imensa frustração, vivida, em particular, em Portugal, Marrocos, Mauritânia e Senegal, bem como entre todos os nossos fiéis parceiros, para lá da decepção geral e das pesadas consequência económicas, em termos de retorno directo e indirecto, para os países atravessados, a A.S.O. continuará a defender os valores que caracterizam os grandes acontecimentos desportivos e prosseguirá com a mesma determinação o desenvolvimento das suas acções humanitárias, através das Actions Dakar, implantadas depois de cinco anos em África sub-saariana com SOS Sahel Internacional.
O Dakar é um símbolo e nada pode destruir os símbolos. A anulação da edição 2008 não coloca em causa o futuro do Dakar. Propor, em 2009, uma nova aventura a todos os amantes dos rali-raid é um desafio que a A.S.O. irá assumir nos próximos meses, fiel à sua presença e paixão pelo desporto."
A ASO, empresa organizadora do Lisboa-Dakar, emitiu esta sexta-feira um comunicado onde explica a decisão de cancelar a prova deste ano.
No comunicado pode ler-se que a anulação foi motivada pelas preocupações de segurança na Mauritânia, referindo mesmo em «ameaças directas lançadas contra a prova por movimentos terroristas». O comunicado refere ainda a «imensa frustração» que esta decisão causa e «condena a ameaça terrorista», enquanto que deixa para o próximo ano a intenção de promover «uma nova aventura».
Leia de seguida o comunicado da organização a propósito da anulação da prova:
"Após inúmeros contactos com o governo francês - em particular o Ministério dos Negócios Estrangeiros - e tendo em conta as suas fortes recomendações, os organizadores do Dakar tomaram a decisão de anular a edição 2008 da prova, que deveria decorrer entre 5 e 20 do corrente mês, ligando Lisboa à capital do Senegal.
Tendo em conta as actuais situações de tensão politica, a nível internacional, o assassinato de quatro turistas franceses, no passado dia 24 de Dezembro, atribuído a um ramo do Al-Qaida, no Magreb islâmico, e acima de tudo as ameaças, directas, lançadas contra a prova, por movimentos terroristas, a A.S.O. não pode tomar outra decisão que não seja a anulação da prova.
A primeira responsabilidade da A.S.O. é a de garantir a segurança de todos: populações dos países atravessados, concorrentes amadores e profissionais, sejam eles franceses ou estrangeiros, elementos da assistência técnica, jornalistas, patrocinadores e colaboradores do rali. A A.S.O. reafirma que as questões de segurança não estão, não estiveram, nem nunca estarão em causa no rali Dakar.
A A.S.O. condena a ameaça terrorista que anula um ano de trabalho, de inscrições e de paixão para todos os participantes e diferentes actores do maior rali-raid do mundo. Consciente da imensa frustração, vivida, em particular, em Portugal, Marrocos, Mauritânia e Senegal, bem como entre todos os nossos fiéis parceiros, para lá da decepção geral e das pesadas consequência económicas, em termos de retorno directo e indirecto, para os países atravessados, a A.S.O. continuará a defender os valores que caracterizam os grandes acontecimentos desportivos e prosseguirá com a mesma determinação o desenvolvimento das suas acções humanitárias, através das Actions Dakar, implantadas depois de cinco anos em África sub-saariana com SOS Sahel Internacional.
O Dakar é um símbolo e nada pode destruir os símbolos. A anulação da edição 2008 não coloca em causa o futuro do Dakar. Propor, em 2009, uma nova aventura a todos os amantes dos rali-raid é um desafio que a A.S.O. irá assumir nos próximos meses, fiel à sua presença e paixão pelo desporto."








































