11.16.2007

 
F1: Oficial - Tribunal da FIA recusa apelo da McLaren (actualizado)


A FIA revelou hoje através de comunicado que o seu Tribunal de Apelação recusou o apelo da McLaren Mercedes, confirmando a classificação oficializada pelos comissários do Grande Prémio do Brasil. Após a corrida brasileira, Jo Bauer, o delegado técnico da FIA, comunicou aos comissários que os BMW Sauber e os Williams tinham sido reabastecidos com gasolina que estava dez graus centigrados abaixo da temperatura ambiente, o que abria a possibilidade destes carros estarem fora da legalidade, dado que, de acordo com os regulamentos, nenhum monolugar poderá ter a bordo combustível dez graus centigrados abaixo da temperatura ambiente. Os comissários acabaram por não penalizar nenhum dos pilotos em questão, dado que, existiam dúvidas quanto à temperatura ambiente, haviam registo distintos, e à temperatura da gasolina em cada um dos carros, dado que as leituras obtidas por Bauer eram as do combustível dentro das máquinas de reabastecimento. No entanto, a McLaren Mercedes fez uso do seu direito de recorrer da decisão dos comissários, alegando que pretendia esclarecer as regras, apesar de, no caso de Nico Rosberg, Robert Kubica e Nick Heidfeld serem desclassificados, Lewis Hamilton poder subir ao quarto lugar o que lhe poderia garantir o título que, entretanto, tinha sido conquistado por Kimi Raikkonen em pista. Ontem, o Tribunal de Apelação da FIA, presidido por Jan Stovicek e composto por John Cassidy, Vassilis Koussis e José Macedo e Cunha, deliberou sobre o apelo da McLaren Mercedes, considerando-o inadmissível. Desta forma, Nico Rosberg, Robert Kubica e Nick Heidfeld mantém as suas posições, o que deixa Lewis Hamilton na sétima posição, um resultado insuficiente para impedir que Kimi Raikkonen garanta o título que já tinha conquistado em pista. A McLaren Mercedes já reagiu a esta decisão, tendo reafirmado que, com este apelo, "procurava apenas clarificar a incerteza regulamentar levantada pela decisão dos comissários no Grande Prémio do Brasil de 2007". Sem o texto explicativo da decisão do Tribunal de Apelo da FIA, a equipa inglesa não teceu qualquer comentário a esta resolução.

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