12.05.2007
Marcus Gronholm terminou a carreira sem o título e a vitória
Um gigante que “caiu”…de pé!
Marcus Gronholm despediu-se do Mundial de Ralis sem o seu terceiro título e a 31ª vitória no “bolso”, no rali em que completou 150 participações (é o quarto piloto com maior longevidade no Mundial). Mesmo se podia lutar pelo triunfo, mas abdicou de o fazer por forma a concentrar toda a sua energia nas remotas possibilidades que, à partida da prova, ainda tinha de chegar ao título, Gronholm não deixou, por isso, de sensibilizar todos na prova que marcou a sua despedida, ainda que não tenha conseguido disfarçar a sua tristeza. Em jeito de balanço referiu, «estou desapontado, claro, mas tudo bem. Foi um rali difícil e desesperante, sempre à espera do que não aconteceu. Mas, de facto, perdi o título na Irlanda e não aqui».
No rescaldo de uma carreira, que começou em 1987 ao volante de um Ford Escort e que pela primeira vez se cruzou com o Mundial dois anos depois num Lancia Delta Integrale, o “gigante” finlandês deixou uma marca importante no Campeonato do Mundo. Além de ser o segundo piloto mais vitorioso de sempre, com 30 triunfos (e, curiosamente, nenhum em ralis de asfalto), o piloto da BP Ford que guiou carros tão diferentes como o Toyota Celica GT-4, Turbo 4WD e Corolla WRC, Seat Córdoba WRC, Mitsubishi Carisma GT, Peugeot 206 WRC e 307 WRC e Ford Focus WRC, é ainda o segundo piloto que mais vitórias conseguiu numa época (sete) e o terceiro que mais segundos lugares (22) e pódios (61) conquistou. Por tudo isto, vai deixar saudades, mesmo porque o piloto continua a negar que o seu afastamento será apenas provisório: «não vou mesmo voltar. Acho que já tive o suficiente!», fez questão de frisar.
Um gigante que “caiu”…de pé!
Marcus Gronholm despediu-se do Mundial de Ralis sem o seu terceiro título e a 31ª vitória no “bolso”, no rali em que completou 150 participações (é o quarto piloto com maior longevidade no Mundial). Mesmo se podia lutar pelo triunfo, mas abdicou de o fazer por forma a concentrar toda a sua energia nas remotas possibilidades que, à partida da prova, ainda tinha de chegar ao título, Gronholm não deixou, por isso, de sensibilizar todos na prova que marcou a sua despedida, ainda que não tenha conseguido disfarçar a sua tristeza. Em jeito de balanço referiu, «estou desapontado, claro, mas tudo bem. Foi um rali difícil e desesperante, sempre à espera do que não aconteceu. Mas, de facto, perdi o título na Irlanda e não aqui».
No rescaldo de uma carreira, que começou em 1987 ao volante de um Ford Escort e que pela primeira vez se cruzou com o Mundial dois anos depois num Lancia Delta Integrale, o “gigante” finlandês deixou uma marca importante no Campeonato do Mundo. Além de ser o segundo piloto mais vitorioso de sempre, com 30 triunfos (e, curiosamente, nenhum em ralis de asfalto), o piloto da BP Ford que guiou carros tão diferentes como o Toyota Celica GT-4, Turbo 4WD e Corolla WRC, Seat Córdoba WRC, Mitsubishi Carisma GT, Peugeot 206 WRC e 307 WRC e Ford Focus WRC, é ainda o segundo piloto que mais vitórias conseguiu numa época (sete) e o terceiro que mais segundos lugares (22) e pódios (61) conquistou. Por tudo isto, vai deixar saudades, mesmo porque o piloto continua a negar que o seu afastamento será apenas provisório: «não vou mesmo voltar. Acho que já tive o suficiente!», fez questão de frisar.

































